22 maio, 2009

guardar a senha no coração desta casa

Guardo o meu coração no coração da palavra. 
E quando ele cantar alguém vai notar. Alguém que lê 
por acaso. Mas em qual palavra guarda-rei meu coração?
Numa também ao acaso. Não a es-colherei dentre todas 
as da Língua. E o acaso faz com que eu o guarde nesta 
palavra: Amor.  Já que o meu coração Aí ficou não mais 
carece de ser guardado. Liberto-o nela. Meu coração voa.






pertencente ao último livro do meu impertinente amigo
Paulo Luiz Barata, "Senya Semiotyka", por ele publicado no Rio de Janeiro, terra natal, em 2008.
Há muitos anos, neste mesmo dia, uma qualquer e inaudita 
constelação astral jogou no universo este ser desafiante e incatalogável, esta espécie de moderno jogral que veio para desafiar as ordens estabelecidas ...

3 Comentários:

Anonymous NEANDERTHAL disse...

impertinente, no caso, é pertinente!

23 maio, 2009 11:19  
Blogger Carla de Elsinore disse...

hip, hip, hurray!

24 maio, 2009 14:49  
Blogger isabel mendes ferreira disse...

da pertinência e da liberdade.


muso e des.muso.



beijo.

25 maio, 2009 00:04  

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