30 setembro, 2008

pois

um poema do nosso grande Alexandre
o'Neill



O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do míni
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.

5 Comentários:

Anonymous paulo austero disse...

também com um nome inglês, essa língua artístico...

01 outubro, 2008 10:16  
Blogger hfm disse...

Sempre!

02 outubro, 2008 10:24  
Blogger isabel mendes ferreira disse...

"aterro" domingo na sua cidade....



__________________.

e fico.

02 outubro, 2008 23:03  
Anonymous paulo austero disse...

será desta vez que se dará o encontro ?

03 outubro, 2008 12:35  
Blogger isabel mendes ferreira disse...

:)))))))))))))espero que sim!!!!

03 outubro, 2008 17:46  

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