27 setembro, 2008

poema que me sobrou do verão

neste algarve
tudo me parece alarve
tudo a ler sobre a peida da nereida
os amores em saldo do ronaldo
cristianas gentes

tanta bola de berlim no olhar
amargo a discorrer de mim
tantos correios nas insípidas manhãs
tantos rios de flores sem mal
tanta saudade retornada
tanta coscuvilhice demente
tanta palavra chinesa tatuada
tantas caras desfiguradas por botox
tanto desbotado lux

este all garve
resort da pouca sorte
hall de um país sem garbo

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