28 fevereiro, 2007

movimomento

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"Ao olhar para as pinturas de Nuno Gandra esqueço-me do tempo
real, objectivo, do tempo mecânico dos relógios. Agora só existe o
tempo da duração interior, subjectivo.
Entro nelas.
(...)
Há espaço suficiente para mim.
O espaço converte-se assim no lugar da minha liberdade. O tempo,
na metáfora da minha prisão."

(palavras ainda de Joana Rêgo, também pintora, retiradas do catálo-
go da exposição "Espaço, Tempo e Movimento" de Nuno Gandra)

7 Comentários:

Anonymous calango que espera pelo fim do romance para se libertar oh Aliece! disse...

o que é o tempo real, objectivo?

28 fevereiro, 2007 00:59  
Blogger francisco carvalho disse...

" Todos conhecemos o tempo mas nunca ninguém o viu. Forma parte das coisas das quais todos temos experiência mas que são de difícil descrição. Todos entendemos do que estamos a falar quando pronunciamos a palavra tempo, mas ninguém sabe na verdade que realidade se esconde por detrás dele." *

*palavras, ainda, de Joana Rêgo

28 fevereiro, 2007 01:43  
Anonymous calango surpreendido disse...

A Joana Rêgo , boas palavras.

28 fevereiro, 2007 10:30  
Anonymous Anónimo disse...

Ainda bem que consigo sempre encontrar " tempo" para visitar o teu blog ,Francisco...
Obrigada
Joana

01 março, 2007 00:34  
Blogger l. disse...

Acho que cada um encontra a sua maneira de perder o tempo. Ou de perder a sua noção dele, para não haver dupla interpretação. É um pouco como mergulhar e ficar por ali durante horas sem dar por isso. Aqui, o salto sem fim, parado mas sempre em concretização, a dar as voltas ao relógio, a nós mesmos. Pelo menos a mim.

01 março, 2007 09:46  
Anonymous nuno disse...

...e eu não acho nada apenas procuro....,abraço ao Francisco que não conheço, por tudo. nuno

20 março, 2007 22:50  
Blogger francisco carvalho disse...

Não tens de quê, Nuno.
E meus parabéns.

21 março, 2007 11:27  

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