26 junho, 2008

minha a dor industriosa por um euro

fluxo e cortes. rarefacção e associações. sinais e apontamentos.
caixa de ressonância de impossibilidades várias.
o blogue como espelho elíptico do que sou. e do que não sei.
diário fragmentado destes dias.
e os livros acumulados, terei vida para eles? terei tempo, algum
dia, para aquietar meu desassossegado olhar?
domar o tempo que me sobra?
virá um tempo, talvez, em que quererei apenas deixar-me ficar
a ouvir o vento sussurrando carícias na pele do mar...

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© Junho 2008 (grafito encontrado numa parede do Porto)

2 Comentários:

Anonymous ostara disse...

tenho. medo de um tempo que não acabou ««« ainda. saudades do tempo que me escapou.gostaria que ouvisses http://www.youtube.com/watch?v=V9Wvwl9NQ5g&feature=related
é-me delicioso..dou-to com genersidade ... se isso ainda for um sentimento aceitável.

28 junho, 2008 00:16  
Anonymous paulo austero disse...

não sabia que o Porto possui paredes.

28 junho, 2008 11:58  

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