15 junho, 2006

instantâneo café

o pequeno lago branco
da mesa
onde se desfazem sonhos
meus de poeta.

de lágrimas a ausência
cristalizada
na água ignara do copo.

o café escuro de algum
alento.

e o tempo.
o tempo mordido,
urdido.

6 Comentários:

Blogger feniana disse...

já te tinha dito que adorei este poema?

tenho lá dois, um poema poema e um poema fotografia, que recebi por mail que, palpita-me, vais gostar.

bom dia:)

15 junho, 2006 11:31  
Blogger MOLOI LORASAI disse...

O Corpo de Cristo não é o corpo de Jesus.
No antigamente as palavras eram pesadas, consideradas e re-afirmadas.

15 junho, 2006 11:50  
Blogger MOLOI LORASAI disse...

Se Francis Oak caminha para o antigamente, é isto que vamos ver.

15 junho, 2006 11:51  
Blogger Mendes Ferreira disse...

o tempo urdindo metáforas que a vida engole.


Já lhe disse que gosto muito de como escreve?



pois gosto. assim.


beijo.

15 junho, 2006 13:17  
Blogger francisco carvalho disse...

obrigado Isa. sinto um privilégio receber essas palavras de si.

15 junho, 2006 15:11  
Blogger Mendes Ferreira disse...

não não é.....o mérito é todo seu.

reconhecidamente.


beijo.

16 junho, 2006 08:40  

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