26 maio, 2005

nocturnal

percutida na noite, a melodia.
melancolia ferida.
um cão anda na luz.
deus elevado na minha mão.
luz branca, espessa, opaca.
alegria jorrada.

uma mão inventa a lua.
todos os versos impossíveis,
todas as notas sublimes.
estou só ( tantos o disseram ),
nenhum nó me desata.

1 Comentários:

Blogger MOLOI LORASAI disse...

se voce nao coloca a data do poema vou começar a ficar preocupado contigo...

28 maio, 2005 19:42  

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